terça-feira, 26 de março de 2024

1ºB - A EJA NA SME - RJ

 EIXO MEIO AMBIENTE

Referencial Teórico/Conceito 

Consideramos o meio ambiente como um conjunto de elementos físicos, químicos, biológicos e sociais, que podem causar efeitos diretos ou indiretos sobre os seres vivos e as atividades humanas. O meio ambiente é o conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural, sobre o qual incidem processos históricos/ temporais. Compreendendo os desafios sociais enquanto agentes geradores de questões socioambientais, é imperativo promover a reflexão crítica, que implica a ação e a reflexão dos sujeitos sobre si mesmos e sobre o mundo, com o objetivo de transformá-lo. Desse modo, um dos objetivos da questão educacional seria enfrentar os paradigmas sociais, ambientais, políticos e econômicos que estão interligados. Para isso é necessário pensar uma forma de educação que reúna condições de confrontar esse conjunto de paradigmas. A intervenção educacional pode ser planejada e desenvolvida como uma prática participativa e problematizadora, que se estabelece no cotidiano. Para tanto, deve-se levantar temas geradores que representem questões significativas para a comunidade escolar, tendo como ponto de partida a realidade local e esta, contextualizada com a realidade global. Problematização para a Participação Cidadã (Sugestões) 

1 Qual é a diferença entre ambiente e natureza? Existe diferença? Quando você pensa na palavra ambiente que imagem lhe vem à cabeça? Para você o homem é o centro do ambiente? 

2 Como o ambiente influencia o seu dia a dia? O ambiente influencia na sua aprendizagem?

 3 Como é o ambiente que você mora? O que tem e o que falta? O que você faz por ele?

 4 Você conhece as mudanças no ambiente natural no bairro em que mora? 

5 O que é um ambiente limpo? O que é feito com o lixo descartado? Como minimizar o efeito do descarte no ambiente? 

6 O que você entende por lixo? Quanto de lixo você produz? 

7 O quão consumista você é?

 8 Quantas vezes por semana você usa plásticos descartáveis de uso único? 

9 Para onde vai seu lixo eletrônico? 

10 De que maneira o lixo pode ser transformado em Arte. Diminuindo os impactos ambientais? 

11 De que forma a Arte urbana modifica o ambiente em que vivemos? 

12 De que maneira a relação ambiente e ser humano apresenta possibilidades de práticas corporais visando o bem estar geral?

1ºB - A EJA NA SME - RJ

 Eixos Temáticos

Eixo Cultura

 O presente eixo orienta um trabalho de formação para ampliar a participação cidadã dos sujeitos que estudam na EJA. O eixo Cultura possui em seu campo de estudos e de trabalho as diferenças culturais étnicas, de gênero, de orientação sexual/ afetiva, religiosas, entre outras. 

O presente eixo, sem reivindicar um campo próprio de temáticas, se propõe a transversalizar suas temáticas afins aos demais eixos, conceitos, conteúdos, conhecimentos, como uma opção política-pedagógica de desconstruir a fragmentação desses conhecimentos e promover uma relação dialógica entre as já instituídas disciplinas escolares. Nesse sentido, compreendemos que a perspectiva dos estudos das relações interculturais podem oferecer significativas contribuições ao currículo do PEJA, com relação ao presente eixo, por trabalhar, para além do reconhecimento das diferentes culturas, com o diálogo entre elas. Também, por entender as diferenças culturais como enriquecimento do processo pedagógico por meio do atravessamento de experiências que revelam diversas formas de pensar e conceber o mundo em que vivemos e suas questões.

É de extrema relevância que o trabalho pedagógico fundamentado por essa perspectiva contribua para superarmos a falta de sensibilidade à heterogeneidade. Para isso, importa o reconhecer como legítimas as diferenças e o direito à diferença, bem como reconhecer que a igualdade não reside na homogeneização, mas na produção de oportunidades considerando as diferenças entre os sujeitos. Isso significa educar negociando sentidos produzidos socialmente (inclusive epistemologicamente), avaliar na diferença, construir na e a partir da escola políticas de equidade e identidade. O presente eixo propõe também que provoquemos uma ruptura nas abordagens estanques, datadas, pontuais sobre as questões do seu campo de estudos e trabalho, assumindo que precisamos investir na compreensão dos processos histórico-sociais-políticos constitutivos dos diferentes grupos sociais, dos processos que levaram à desigualdade e dos processos de lutas pelo direito à diferença e às políticas de equidade.

Problematização para a Participação Cidadã (Sugestões) 

1 O que você entende por cultura? Todo cidadão tem acesso à cultura? 

2 Como a cultura se manifesta? Estamos inseridos em uma cultura? 

3 Existem pessoas sem cultura? 

4 Que produções culturais você observa em sua comunidade? 

5 Você conhece quais patrimônios culturais existem no bairro onde você mora?

 6 Entendendo que toda produção artística reflete a nossa cultura, você percebe uma valorização e/ou um preconceito em relação as diferentes manifestações culturais? 

7 O que entendemos por preconceito? 

8 Como lidar com conflitos relacionados à religião, gênero e idade na sala de aula? Atualmente há uma imposição ou conscientização de valores propagados pela mídia? 

9 O que compreendemos por intolerância e aceitação? O que nos impede de aceitar o outro? O que nos leva à intolerância com o diferente de nós? 

10 Como a diversidade cultural pode contribuir para a formação de uma identidade escolar? 

11 Qual a importância de promover discussões sobre diversidade cultural? 

12 Como a sua escola trabalha a diversidade?


FONTE: https://multirio.rio.rj.gov.br/apprioeducaemcasa/materialeja/01_Pub_OrientacoesCurricularesPEJA_Revisada.pdf 

1ºB - A EJA NA SME - RJ

A EJA NA SME - RJ


 Etapa I - PEJA I É o trabalho referente aos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). Está organizado em dois blocos de aprendizagem com duração média de 01 ano em cada bloco.

As turmas da EJA apresentam uma gama de diversidades: etárias, étnicas, socioculturais, de orientação sexual, de gênero, de experiência de trabalho, dentre outras, e contam, cada vez mais, com alunos contemplados por políticas de inclusão. 

Trabalhar com a diversidade é fator decisivo para efetivamente construirmos uma educação que transforma. Ao participar na sociedade em que vivem, assumem o compromisso de compartilhar o conhecimento construído, visando à melhoria das condições sociais para todos. Assim, é fundamental legitimar as experiências de vida dos educandos, contribuindo para que eles busquem, a partir de sua formação permanente, novas formas de ler e interagir com o mundo.

 Dessa forma, essas experiências são constantemente valorizadas e constituem o ponto de partida para a construção de conhecimento. Neste sentido, a sala de aula se torna um espaço privilegiado de elaboração e de ampliação dos saberes construídos sócio, histórico e culturalmente, o que evidencia processos de ensino e de aprendizagem fundamentados nas interações de diferentes grupos sociais. 

O currículo necessário à EJA, no atual mundo globalizado, deve abranger temas que possibilitem aos educandos compreenderem os significados dos contextos pelos quais perpassam. A aprendizagem, entendida dessa forma, estimula o estudo das diferenças e das vivências de mundo, oportunizando o crescimento pessoal, profissional e cultural dos sujeitos em questão.


Componentes curriculares

L. Portuguesa

Matemática

Ciências

História 

Geografia

Educação Física

Artes

L. Inglesa

PEJA I Bloco 1

 Objetivo Geral Identificar as diferentes linguagens como bens relevantes para conquista de uma cidadania plena, a fim de assumir-se como sujeito de sua aprendizagem

Parte da grade do PEJA I Bloco I:

Componentes

Curriculares

Eixos temáticos

 

Av1

Av2

Av3                     Ambiente Cultura Trabalho

 

 

 

 

 

 

 

L. Portuguesa

 

 

 

Desenvolver a oralidade a partir de situações significativas de comunicação verbal e não-verbal.

Matemática

 

 

 

Compreender a função social do número.

 Compreender o conjunto de regras e símbolos que caracterizam o sistema de numeração decimal.

Ciências

 

 

 

 Perceber-se enquanto parte integrante do ambiente, afetando e sendo afetado por ele.

História e Geografia

 

 

 

Reconhecer-se como sujeito de sua história e como participante dos diferentes grupos sociais que constroem a história da sociedade.

E. Física

 

 

 

Desenvolver a integração e a inserção de todos os alunos nas práticas corporais adotando atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade. Conhecer, valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade de manifestações da cultura corporal.

 

 

 

 

 

 

 

L. Portuguesa

 

 

 

Valorizar a leitura como forma de conhecimento e utilizá-la em seu cotidiano.

Matemática

 

 

 

• Reconhecer os significados e aplicar as ideias aditivas e subtrativas. • Reconhecer e compreender a multiplicação como a adição de parcelas iguais e à sua ideia combinatória. • Construir o conceito de medir como comparação de grandezas de mesma natureza.

Ciências

 

 

 

 • Despertar o interesse para pensar cientificamente o mundo por meio de pesquisas, observações, debates e elaboração de hipóteses.

História e Geografia

 

 

 

Estabelecer relação entre o espaço real e suas várias formas de representação. • Refletir sobre a cidadania como processo de participação do indivíduo na sociedade em que vive

E. Física

 

 

 

• Promover as atividades esportivas analisando criticamente o papel do esporte na sociedade contemporânea. • Reconhecer-se como elemento integrante do ambiente, adotando hábitos saudáveis relacionando-os com os efeitos sobre a própria saúde e melhoria da saúde coletiva.

 

FONTE: https://multirio.rio.rj.gov.br/apprioeducaemcasa/materialeja/01_Pub_OrientacoesCurricularesPEJA_Revisada.pdf 

terça-feira, 19 de março de 2024

1ºB - A EJA NA SME - RJ

 JORNADA DE PLANEJAMENTO E FORMAÇÃO PEDAGÓGICA 2024

Observação

Documento elaborado pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que cita desde breve histórico sobre a oferta da EJA no município, acolhimento... passando pelas orientação curriculares, a formação continuada de professores etc.

Fonte: https://www.multirio.rj.gov.br/media/PDF/pdf_6127.pdf


PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO
Secretaria Municipal de Educação
Subsecretaria de Ensino Gerência de Educação de Jovens e Adultos

 Estimada Equipe Gestora, Neste ano, a EJA Rio completa 39 anos de oferta de Educação de Jovens e Adultos na Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino do Rio de Janeiro, sendo constituída por 137 Unidades Escolares, organizadas da seguinte forma:

 133 unidades escolares compartilhadas com EJA,

 01 Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos (CREJA) e 

03 escolas exclusivas de EJA – o CEJA Maré, o CEJA Acari e o CEJA Avenida Brasil. 

Na EJA Rio, há a oferta simultânea da Educação de Jovens e Adultos por meio de 3 abordagens metodológicas distintas: 

o ensino presencial, o semipresencial e a Educação a Distância (EaD). 

A EJA com ensino presencial, por meio do Programa de Educação de Jovens e Adultos (PEJA), ocorre nas escolas compartilhadas e foi oficializada por meio do Parecer CME N.º 03/1999, alterado pelo Parecer CME N.º 06/2005. 

A EJA com abordagem metodológica de ensino semipresencial e de Educação a Distância (EaD), ocorre nas escolas exclusivas de EJA, oficializada por meio do Parecer CME n° 02/2013. É de fundamental responsabilidade a manutenção dessa política pública com ações “equalizadoras, qualificadoras e reparadoras” (...)

ORIENTAÇÕES CURRICULARES DA EJA

 As Orientações Curriculares da EJA Rio (edição revisada 2023) são fruto de um processo histórico de elaboração e implementação realizado de modo amplamente participativo e democrático, que envolveu o coletivo de professores da EJA da Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. De 2016 a 2018, a GEJA (Gerência de Jovens e Adultos) realizou processos de revisitação das Orientações Curriculares da EJA (edição 2010). 

No ano de 2019, desenvolveu o Grupo de Trabalho de Elaboração das Orientações Curriculares com os(as) professores(as) da EJA Rio, produzindo um novo documento curricular. Devido à pandemia da Covid-19, em 2020, o documento não pôde ser avaliado pelo Conselho Municipal de Educação (CME). Em 2021, as Orientações Curriculares da EJA foram convalidadas pelo Conselho Municipal de Educação do Rio de Janeiro, por meio da Deliberação E/CME N.º 49/ 2021. 

Em 2022, a GEJA realizou um processo de implementação acompanhado e monitorado das Orientações Curriculares da EJA (edição 2021), com a experiência do currículo na prática recebendo feedbacks das unidades escolares consolidados pelas CRE e corrigindo possíveis fragilidades.

 Em 2023, o documento revisado das Orientações Curriculares da EJA Rio foi apreciado pelas unidades escolares com atendimento à modalidade. 98,5% do total das UEs submeteu pareceres à GEJA, dos quais 97,8% convalidaram as Orientações Curriculares da EJA Rio (edição 2023 revisada e atualizada. Podemos compreender as Orientações Curriculares da EJA Rio por sua perspectiva crítica, com uma abordagem metodológica por eixos geradores: Cultura; Trabalho; Ambiente e Saúde, tendo nos objetivos as expectativas de aprendizagem, que devem ser articuladas aos eixos como forma de situá-las no contexto social e histórico dos(as) estudantes. Esse é o documento que orienta: o planejamento, a prática docente e as avaliações nas unidades escolares; a elaboração de material pedagógico da Rede e a formação docente continuada, entre outros. Portanto, é indispensável que a equipe docente da unidade escolar tenha sua ciência e o utilize nos Centros de Estudos como base do trabalho pedagógico.


MATERIAIS DIDÁTICOS DA EJA RIO

 São materiais elaborados integralmente pelos(as) professores(as) da Rede que atuam na Educação de Jovens e Adultos, tendo como ponto de partida as Orientações Curriculares da EJA e que sua composição se propõe a estimular às reflexões e os debates nas salas de aula.

Material Rioeduca EJA: Tendo por base as Orientações Curriculares da EJA Rio e seguindo os seus Eixos geradores, apresenta sequências didáticas em uma perspectiva discursiva e dialógica, propondo a cada tema uma problematização e elementos para estimular e subsidiar reflexões, debates e considerações acerca das situações propostas. O material foi planejado de modo que os(as) professores(as) possam utilizar as sequências no todo ou em parte, podendo adaptar ou acrescentar textos e atividades, adaptando-os à realidade de cada turma, bem como ampliar as abordagens e temas de estudo. Pode ser acessado em versão impressa distribuída às unidades escolares ou em versão digital. Material Rio educa EJA

 Rioeduca na TV: são videoaulas produzidas por professores(as) da SME-RJ em parceria com a MultiRio, tendo as Orientações Curriculares da EJA Rio como base. A programação, organizada em playlists EJA I e II, e por componente curricular, pode ser acessada pelo portal MultiRio/Material Rioeduca (é necessário login) ou no canal da MultiRio no Youtube para a EJA I e EJA II.

Rioeduca na tv EJA I

 Um Rio de Possibilidades: é uma série com 50 episódios apresentando diferentes espaços da cidade do Rio de Janeiro para instigar a curiosidade dos(as) estudantes. Essa produção foi realizada por professores(as) da SME-RJ em parceria com a MultiRio, com base nas Orientações Curriculares da EJA Rio. A programação pode ser acessada pelo portal MultiRio/Material Rioeduca (é necessário login) ou no canal da MultiRio no Youtube, playlist Um Rio de Possibilidades. Um Rio de possibilidades

ESTRUTURA DA EJA RIO 

A Educação de Jovens e Adultos está organizada em duas etapas: EJA I e EJA II, respectivamente correspondendo aos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental. 

A EJA I e a EJA II, por sua vez, dividem-se em dois blocos. Os blocos da EJA I e da EJA II possuem, respectivamente, Avaliações (AV) e Unidades de Progressão (UP) 1, 2 e 3. Elas marcam o percurso individualizado de cada estudante, tendo como ponto de partida sua matrícula. Desse modo se assegura a matrícula a qualquer tempo, bem como a promoção a qualquer tempo, sem prejuízo da aprendizagem dos(as) estudantes. É importante ressaltar que as turmas são organizadas pelo Bloco e não por AV/UP, havendo estudantes das três AV/UP nas turmas

EJA I ANOS INICIAIS DO EF

EJA I (anos iniciais do Ensino Fundamental)

BLOCO 1 (1 ano letivo)

BLOCO 2 (1 ano letivo)

1ºTRI

2º TRI

3º TRI

1ºTRI

2ºTRI

3º TRI

AV1

 

 

AV1

 

 

AV2

 

 

AV2

 

 

AV3

 

 

AV3

 

 



As Unidades de progressão estão presentes nos anos finais.

Essa organização estrutura também a avaliação da aprendizagem na EJA Rio. As Avaliações (AV) e Unidades de Progressão (UP) não possuem aprovação ou retenção da AV/UP 1 para a AV/UP 2 ou da AV/UP 2 para a AV/UP 3.

Trata-se de um ciclo formativo processual e contínuo. A aprovação ou retenção ocorre somente quando ao final do trimestre letivo na AV/UP 3, para se definir o prosseguimento para o próximo bloco ou a sua permanência no bloco atual. A retenção na EJA (diferente da reprovação) ocorre pelo tempo mínimo necessário para que o(a) estudante consolide os objetivos de aprendizagem, com base nas Orientações Curriculares da EJA Rio, que à época do COC foram sinalizadas como fragilidades e justificativa para sua permanência no bloco em que se encontra.

É fundamental, portanto, que as retenções, conforme normativa vigente, sejam registrados em Ata do Conselho de Classe, sejam justificadas por meio de relatórios individuais dos(as) estudantes – apontando os aspectos dos objetivos de aprendizagens não consolidados, com base nas Orientações Curriculares da EJA Rio – e seja constituído o Plano Pedagógico Individualizado (por estudante) – sinalizando um plano de trabalho com estratégias definidas para estimular a aprendizagem desses aspectos dos objetivos de aprendizagens não consolidados, com base nas Orientações Curriculares da EJA Rio. Cabe ressaltar o caráter acelerativo da EJA que possibilita aos(às) estudantes, a qualquer tempo, independente do calendário letivo, serem promovidos ao bloco seguinte, desde que os(as) professores(as), durante os Centros de Estudos ou Conselho de Classe, justifiquem em Ata que o(a) estudante consolidou os objetivos de aprendizagem, com base nas Orientações Curriculares da EJA Rio, previstos para o bloco atual.


FORMAÇÃO DOCENTE CONTINUADA 

A formação docente continuada tem por objetivo qualificar e atualizar o corpo docente com atuação na EJA visto que enquanto modalidade específica da educação a EJA requer o conhecimento das bases para uma atuação adequada ao projeto e ao público demandante da modalidade. As formações abrangem os marcos legais, a estrutura, o funcionamento e as práticas pedagógicas da EJA. O Plano Estratégico da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro estabeleceu como uma de suas metas “Qualificar 100% dos profissionais da educação em exercício, através de formação adaptada a cada perfil e a cada função [...]”. É fundamental a Equipe Gestora da unidade escolar zelar pela participação pontual e assídua dos(as) professores(as) às formações. Cabe ressaltar que a formação continuada em EJA é realizada em horário de Centro de Estudos, como parte de sua atuação funcional.


REFERÊNCIAS 

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: . Acesso em: 12 dez. 2022. 

______.Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: . Acesso em: 8 dez. 2022.

 ______. Parecer CNE/CEB n. 11, de 10 de maio de 2000. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. 

______. Deliberação E/CME nº 49, de 26 de outubro de 2021. Convalida as Orientações Curriculares da Educação de Jovens e Adultos - EJA para Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino do Rio de Janeiro. 

______. Documentos Norteadores da EJA. Disponível em: . Acesso em: 28 dez. 2022. 

______. Parecer CME n° 03, de 24 de março de 1999. Aprova o Projeto de Educação Juvenil em suas etapas PEJ I e PEJ II. 

______. Parecer CME n° 06, de 25 de janeiro de 2005. Aprova alterações no funcionamento do PEJA e dá outras providências. 

______. Parecer CME n° 02, de 29 de janeiro de 2013. Aprova a implantação dos Centros de Educação de Jovens e Adultos – CEJA e a oferta da modalidade EJA, com abordagem metodológica de ensino semipresencial e de educação a distância, no Centro de Referência de Educação de Jovens e Adultos – CREJA e nos CEJA

______. Resolução SME Nº 378, de 08 de março de 2023. Estabelece diretrizes para avaliação escolar na Rede Pública do Sistema Municipal de Ensino do Município do Rio de Janeiro e revoga a Resolução SME n° 261, de 28 de abril de 2021.

 ______. Resolução SME Nº 406, de 25 de agosto de 2023. Altera a Resolução SME Nº 378, de 08 de março de 2023, na forma que menciona. 

______. Resolução SME Nº 417, de 29 de setembro de 2023. Dispõe sobre a Matriz Curricular das Unidades Escolares da Rede Pública de Ensino do Município do Rio de Janeiro, e dá outras providências. Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro, n. 139, p. 21, 05 out. 2023.

FONTE: https://multirio.rio.rj.gov.br/apprioeducaemcasa/materialeja/01_Pub_OrientacoesCurricularesPEJA_Revisada.pdf 

terça-feira, 12 de março de 2024

1ºB - EXERCÍCIO 1 PONTO EXTRA NO BIMESTRE

1 -  ESCREVA C PARA CERTO E E PARA ERRADO

a) No que diz respeito à alfabetização de jovens e adultos, podemos dizer que embora não dominando os saberes escolarizados, entre estes a leitura e a escrita,  esses estudantes participam de diferentes situações comunicativas que demandam a utilização de diversos conhecimentos. (      )

b) A função reparadora, que permite o retorno ao sistema educacional de segmentos específicos da sociedade como donas de casa, migrantes, trabalhadores rurais, aposentados... que tiveram sua escolaridade interrompida por diversos motivos como evasão, repetência ou outras circunstâncias desfavoráveis. Neste caso, a EJA poderá abrir novos caminhos para a participação na vida social e no mundo do trabalho. (      )


2 - COMPLETE

A identidade própria da Educação de Jovens e Adultos (modalidade da Educação Básica) considerará entre outras: as situações, os perfis dos estudantes, as faixas etárias desse alunado. Além disso, considerará:

O princípio de __________________ a distribuição específica dos componentes curriculares a fim de propiciar um modelo igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades face ao direito à educação.

O princípio de ________________________ a disposição e adequação dos componentes curriculares face às necessidades próprias da Educação de Jovens e Adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas garantam aos seus estudantes identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica.

O princípio de __________________________ a identificação e o reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada qual e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores.





terça-feira, 5 de março de 2024

1ªB ATIVIDADE AVALIATIVA I

 PESQUISA

TEMA: POLÍTICAS PÚBLICAS PARA EJA  

3,0 pontos.


ANTES, VAMOS LER UM POUCO SOBRE O CONÁRIO ATUAL

Entre 2012 e 2022, a modalidade perdeu 97% dos recursos investidos em Políticas públicas, segundo o Centro de Referência em Educação Integral.

A partir de 2023, iniciou-se a discussão sobre a retomada das Políticas Públicas para EJA. 

Mas você sabe o que são Políticas Públicas?

O objetivo do trabalho é pesquisar o conceito de Políticas Públicas e pesquisar algumas políticas públicas que durante algum tempo atenderam o público da EJA. Muitas, atualmente, não funcionam mais com o mesmo empenho devido à falta de investimento e ações articuladas. Atualmente há o interesse em retomar essas políticas que atendem a tantos brasileiros que tiveram seu direito de acesso ou permanência na escola, negado.

ESTRUTURA DO TRABALHO

Capa como nome da disciplina, tema do trabalho, nome da professora e do aluno (completo)

Conceito de políticas públicas

Descrever três políticas públicas para eja. Pesquisar como funcionavam ou funcionam, metas e  estrutura, critérios para acesso.

Conclusão: Qual a importância das políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos?

Bibliografia

1ºB - DIRETRIZES OPERACIONAIS PARA EJA

 

As diretrizes operacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) estão alinhadas à BNCC

O Ministério da Educação homologou, em maio de 2021, a Resolução nº 01/2021, que instituiu as Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos (EJA) nos aspectos relativos ao seu alinhamento à Política Nacional de Alfabetização (PNA) e à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), e Educação de Jovens e Adultos a Distância. A homologação ocorreu após as novas diretrizes terem sido aprovadas por unanimidade no Conselho Nacional de Educação.


Também foram instituídas por meio da Resolução diretrizes em relação:

à duração dos cursos e à idade mínima para ingresso;
à forma de registro de frequência dos cursos;
à certificação para os exames de EJA;
à oferta com ênfase na educação e aprendizagem ao longo da vida; e
à flexibilização de oferta para que se compatibilize com a realidade dos estudantes, e o alinhamento da elevação da escolaridade com a qualificação profissional.

Para o MEC, a homologação dessa Resolução traduz em validade as novas diretrizes operacionais da EJA, sendo uma norma complementar, ou seja, alinha os seus princípios aos mandatos da BNCC e a outras normas educacionais propostas nas políticas de educação do país.

Vale dizer que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade da Educação Básica assegurada como direito ao alunado que não conseguiu usufruir dos direitos de aprendizagem propostos pela educação básica na idade certa, ou seja, àqueles que iniciaram ou interromperam o seu processo educativo escolar.
Ela possui identidade própria, pautada pelos princípios de equidade, diferença e proporcionalidade; pelas funções reparadora, equalizadora e qualificadora e suas políticas educacionais mais expressivas têm seu início com a Constituição Federal de 1988.

Modalidade

Vale dizer que a Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade da Educação Básica assegurada como direito ao alunado que não conseguiu usufruir dos direitos de aprendizagem propostos pela educação básica na idade própria, ou seja, àqueles que iniciaram ou interromperam o seu processo educativo escolar.

Ela possui identidade própria, pautada pelos princípios de equidade, diferença e proporcionalidade; pelas funções reparadora, equalizadora e qualificadora e suas políticas educacionais mais expressivas têm seu início com a Constituição Federal de 1988.

Currículo da EJA e Princípios

A Resolução 01/2000, do mesmo Conselho Nacional de Educação, no artigo. 5º, em seu parágrafo único, discute o currículo da EJA:

Parágrafo único. Como modalidade destas etapas da Educação Básica (EF e EM), a identidade própria da Educação de Jovens e Adultos considerará as situações, os perfis dos estudantes, as faixas etárias e se pautará pelos princípios de equidade, diferença e proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio, de modo a assegurar:






I – quanto à equidade, a distribuição específica dos componentes curriculares a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades face ao direito à educação;
II – quanto à diferença, a identificação e o reconhecimento da alteridade própria e inseparável dos jovens e dos adultos em seu processo formativo, da valorização do mérito de cada qual e do desenvolvimento de seus conhecimentos e valores;
III – quanto à proporcionalidade, a disposição e alocação adequadas dos componentes curriculares face às necessidades próprias da Educação de Jovens e Adultos com espaços e tempos nos quais as práticas pedagógicas assegurem aos seus estudantes identidade formativa comum aos demais participantes da escolarização básica.

Percebe-se que na EJA os princípios da contextualização e do reconhecimento de identidades pessoais e das diversidades coletivas constituem-se em diretrizes nacionais dos conteúdos curriculares. Por quê? Porque os alunos da EJA têm origens em quadros de desfavorecimento social e suas experiências familiares e sociais divergem, por vezes, das expectativas, conhecimentos e aptidões que muitos docentes possuem com relação a estes estudantes.

Assim, na modalidade da EJA seria fundamental o educador identificar, conhecer, distinguir e valorizar a vida dos educandos, como um princípio metodológico na EJA.

A contextualização se refere também aos modos como estes estudantes podem dispor de seu tempo e de seu espaço. Há a clareza de não os considerar alunos de ensino regular para crianças e adolescentes.


Funções da EJA




A EJA está dividida em três funções da modalidade de ensino: a função reparadora, função equalizadora e função qualificadora.

 Função reparadora é aquela que não admite que a jovens e adultos seja negado o direito civil, o direito a uma escola de qualidade, o reconhecimento à igualdade, sendo que esta educação é muito importante para os adolescentes e adultos se sentirem mais seguros para enfrentar os desafios que o mundo oferece ao indivíduo. Para que isso possa acontecer é preciso que criem um modelo educacional que leve tais alunos a refletirem sobre o seu direito outorgado por lei de estudar em uma escola de qualidade.

Função equalizadora é aquela que oferece novas oportunidades, dando mais direito ao indivíduo, novos caminhos ao mundo do trabalho e na vida social de cada um. A EJA é apresentada pela sociedade como uma busca da igualdade, que se dá pela possibilidade de efetivar um desenvolvimento a todas as pessoas de todas as idades. Autoriza adolescente e adultos a lutarem por um conhecimento que mostre a capacidade de troca de experiências e passa a conhecer novas técnicas de trabalho e cultura.

  Função qualificadora é uma educação que permite um desenvolvimento potencial de caráter, podendo ser enquadrado no currículo escolar ou não- escola. Mas, a educação de jovens deve ser sempre uma educação qualificadora que é de qualidade, que não fica só no que está, mas que está sempre apresentando algo novo, a educação que faz a diferença.  

Por fim, as palavras que compõem a função da EJA, cobra dos gestores, o direito a uma escola de qualidade, o reconhecimento a igualdade, novas oportunidades, novos caminhos ao mundo do trabalho no contexto de uma educação qualificadora que não fica estagnada no mesmo lugar mas, que acompanha os avanços das ciências e da tecnologia tendo cuidado de "multiplicar o conhecimento mas, especialmente os homens que pensam". (CURY, Augusto Jorge p.71)

 

Parecer 11/2000, do Conselho Nacional de Educação

 

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (lei n. 9.394/96), Pareceres e Resoluções oriundos do MEC também mencionam a modalidade, assim como o Plano Nacional de Educação e o Plano de Desenvolvimento da Educação. A Resolução nº 01/2021 é a normativa mais específica até o momento e instituiu os critérios políticos, pedagógicos, administrativos e financeiros que orientarão a organização da modalidade EJA.

 

Educação de jovens e adultos articulada à educação profissional

A presença da Educação Profissional na formação escolar de jovens, adultos e idosos é uma realidade e necessidade em todo país. No caso da oferta EJA presencial e a distância também deverá haver articulação com a Educação Profissional.

As normativas que preveem essa conexão são:

a Base Nacional Comum Curricular (BNCC);

o Parecer CNE/CEB nº 01/2021;

a Resolução CNE/CEB nº 01/2021;

a Lei de Diretrizes e Bases da Educação;

o Plano Nacional de Educação e

a Resolução CNE/CP nº 1 de 2021, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Profissional e Tecnológica.

 

Esta última dispõe que, sempre que possível, deve-se ofertar itinerários formativos envolvendo todas as etapas do ensino, por meio de cursos de qualificação profissional ou de formação técnica de nível médio do mesmo eixo tecnológico.

No documento referencial para implementação das diretrizes operacionais da EJA apresentado pelo MEC há a recomendação, inclusive, de que, pela demanda histórica e realidade contemporânea, sejam estabelecidas parcerias com sistemas de Educação Profissional como redes de instituições de ensino técnico federais e estaduais e do Sistema.

Existe, enfim, uma grande demanda por formação técnica e profissional na Educação de Jovens e Adultos e essas parcerias possibilitam que os sujeitos da modalidade, ou seja, os jovens, adultos e idosos, sejam contemplados em suas histórias de vida pelas diferentes possibilidades trazidas por essa articulação.

Oferta – Séries Iniciais

O curso é ofertado em três etapas, sendo:

Fase I - Corresponde do 1º ao 5º ano do Ensino Regular (séries iniciais do Ensino Fundamental)

Fase II - Corresponde do 6º ao 9º ano do Ensino Regular (séries finais do Ensino Fundamental)

Ensino Médio

Art. 3º A EJA é organizada em regime semestral ou modular, em segmentos e etapas, com a possibilidade de flexibilização do tempo para cumprimento da carga horária exigida, sendo que para cada segmento, há uma correspondência nas etapas da Educação Básica e carga horária específica:

I – para os anos iniciais do Ensino Fundamental, que tem como objetivo a alfabetização inicial e uma qualificação profissional inicial, a carga horária será definida pelos sistemas de ensino, devendo assegurar pelo menos 150 (cento e cinquenta) horas para contemplar os componentes essenciais da alfabetização e 150 (cento e cinquenta) horas para o ensino de noções básicas de matemática.

 

Art. 9º O 1º segmento da EJA, correspondente aos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, deverá ser ofertado na forma presencial, podendo ser:

I – sem articulação com uma qualificação profissional, compreendendo apenas formação geral básica, sendo a carga horária total estabelecida pelos sistemas de ensino, assegurando o tempo mínimo de 150 (cento e cinquenta) horas para contemplar todos os componentes essenciais da alfabetização, e de 150 (cento e cinquenta) horas para o ensino de noções básicas de matemática; e

II – em articulação com uma qualificação profissional, sendo a carga horária da formação geral básica estabelecida pelos sistemas de ensino, acrescida da carga horária mínima para a qualificação profissional de 160 (cento e sessenta) horas das diversas propostas de Formação Inicial e Continuada (FIC).

Idade – Ensino Fundamental

Art. 27. Obedecidos o disposto no art. 4º, incisos I e VII, da Lei nº 9.394/1996 e a regra da prioridade para o atendimento da escolarização obrigatória, será considerada a idade mínima de 15 (quinze) anos completos para o ingresso nos cursos da EJA e para a realização de exames de conclusão da EJA do Ensino Fundamental (1º e 2º segmento).

 

Acesso, acompanhamento, permanência, avaliações e frequência

A EJA possui, como já vimos, particularidades como modalidade da educação básica. Há uma diversidade sociocultural, econômica e de realidades contextuais na demanda social dos estudantes que buscam no programa o seu acesso ou retomada dos estudos.

As avaliações e a prática pedagógica envolvida no processo de ensino/aprendizagem dos sujeitos devem dialogar com as políticas públicas educacionais e ações voltadas para a educação básica. Na Resolução CNE/MEC nº 01/2021, vemos a importância das estratégias de avaliação em todos os segmentos e etapas da modalidade.

Os registros e procedimentos avaliativos da EJA normalmente demandam configurações específicas para cada segmento ou forma de oferta da modalidade. Uma das maneiras de se direcionar esta questão nos sistemas de ensino é elaborar orientações específicas para as escolas, de modo que seja possível colocar em prática no cotidiano escolar possibilidades de diversificação das ações de registro e acompanhamento das avaliações dos sujeitos da EJA de forma contínua, qualitativa e participativa.

Art. 24. A avaliação escolar na EJA, em seus diferentes processos e espaços, deverá encorajar, orientar, informar e conduzir os estudantes em uma perspectiva contínua e formativa, com vistas ao desenvolvimento das aprendizagens.

Os conselhos de classe e projetos político-pedagógicos são, da mesma forma, fundamentais na elaboração das estratégias de avaliação. Como há uma diversidade considerável de histórias de vida e situações de ensino e aprendizagem em cada etapa e segmento, o constante diálogo entre professores e gestores que atuam no cotidiano escolar destes estudantes é necessário, garantindo que existam estratégias de avaliação que possam contemplar desafios e especificidades. Isso com vistas ao acesso, permanência, diminuição ou fim da evasão e conclusão dos estudos.

Cada sistema de ensino e escola com oferta da EJA pode se organizar pedagogicamente para o atendimento no disposto na resolução, a partir de seus contextos e particularidades.

Art. 25. Os sistemas de ensino poderão se utilizar do requerimento Ausência Justificada com Critérios (AJUS), e o posterior cumprimento de atividades compensatórias domiciliares para justificar as ausências de estudantes, tendo em vista a inclusão social plena do jovem, adulto e idoso, a partir do direito à educação, de sua dinâmica de vida e da realidade da sociedade moderna.

 Art. 26. O requerimento Ausência Justificada com Critérios (AJUS) deverá ser utilizado nos casos em que o estudante ultrapassar o limite de 25% (vinte e cinco por cento) de faltas, a solicitação será analisada e, sendo deferida, a aprovação estará vinculada à obtenção de 50% (cinquenta por cento) de rendimento em cada componente curricular, bem como a realização de atividades compensatórias domiciliares. Parágrafo único. Os sistemas de ensino deverão regulamentar a utilização da Ausência Justificada com Critérios (AJUS).

Conclusão e certificação

Propiciar aos jovens, adultos e idosos a possibilidade de conclusão de seus estudos é um dos principais objetivos da EJA em suas diferentes formas de oferta. Com isso eles podem adquirir sua certificação de encerramento da jornada de estudos nos segmentos ou cursos de qualificação profissional ou de nível médio.

Essa conclusão e certificação devem ser possibilitadas aos finais de semestres de escolarização da formação geral básica ou, eventualmente, saídas de cursos de qualificação profissional; ou melhor, na perspectiva dos vários formatos de oferta, podem ser organizadas em regime semestral ou modular, em segmentos e etapas, com a possibilidade de flexibilização do tempo e do espaço para cumprimento da carga horária exigida.





FONTE: https://www.jacobsconsultoria.com.br/post/as-diretrizes-operacionais-para-a-educa%C3%A7%C3%A3o-de-jovens-e-adultos-eja-est%C3%A3o-alinhadas-%C3%A0-bncc

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