fonte https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/indicador-nacional-de-alfabetismo-funcional
segunda-feira, 13 de maio de 2024
2ºB - CONCEITO DE ANALFABETISMO PELO INAF
quarta-feira, 1 de maio de 2024
2ºB - A VISÃO PEDAGÓGICA DE PAULO FREIRE
A VISÃO PEDAGÓGICA DE FREIRE
RESUMO
Paulo Freire
100 anos de Paulo Freire: Patrono da Educação Brasileira
A educação é um ato de amor, por isso, um ato de coragem" (Paulo Freire).
A data 19 de setembro de 2021 marca o centenário de nascimento do educador, pedagogo e filósofo Paulo Freire. Natural de Recife, o pernambucano é um dos grandes nomes da educação mundial e ficou conhecido internacionalmente pela sua teoria de que a educação é o caminho para a emancipação de sujeitos, para que transformem sua realidade por meio da reflexão crítica. O seu trabalho de alfabetização de adultos é reconhecido mundialmente. Entre as inúmeras obras publicadas estão as compõem a trilogia: “Pedagogia do Oprimido”, “Pedagogia da Esperança”, “Pedagogia da autonomia”.
Em 2018, Maria Margarida Machado, docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG), concedeu entrevista para o ANDES-SN sobre a obra e legado do patrono da educação brasileira. “Freire foi um pensador muito importante nas décadas de 50, 60 e 70 e 80. Foi educador atuante em uma perspectiva de educação que buscava colocar no centro da educação pedagógica o direito a uma educação emancipatória”, afirmou a professora naquele ano.
Segundo a docente da UFG, defender a concepção de educação como emancipadora do sujeito representa enfrentar as grandes limitações econômicas e sociais dos estudantes brasileiros. Para ela, Freire combatia não apenas a opressão que decorre da necessidade financeira e da limitação do acesso aos bens materiais, mas também reafirmava a necessidade de combater a mentalidade conservadora. “A mentalidade conservadora, tradicional, tem a ver com o que o sujeito aprende com a sua família, na religião e no trabalho. Nessas relações, essa convivência ao invés de torná-lo um sujeito livre e amoroso, o aprisiona a um conjunto de preceitos morais, éticos e céticos que o distancia de outros seres humanos”, disse Margarida.
Crítica à educação bancária
Uma das principais contribuições de Paulo Freire é a sua crítica à educação tradicional, conceituada na obra “Pedagogia do Oprimido” como educação bancária. Segundo o pedagogo, o sujeito que está aprendendo na educação bancária é tratado como um lugar onde se deposita verdades, e isso não seria um processo de aprendizagem uma vez que não há diálogo.
“Aprender, para Paulo Freire, é acessar o conhecimento sistematizado, problematizar esse conhecimento, buscar a compreensão para além daquilo que é dito”, explicou. Para a docente, muitas das ações executadas no sistema educacional brasileiro não levam em conta o princípio do diálogo. “Temos que questionar quem diz que quer tirar Paulo Freire de qualquer lugar. Essas pessoas realmente sabem do que estão falando?”, alertou.
Aprender para transformar
Paulo Freire compreendia que o sujeito aprende para se humanizar. De acordo com o educador, aprender é complemento da formação do sujeito como humano. “Se aprende na relação com o outro, no diálogo com outro, na aproximação dele com o conhecimento do outro. Esse aprender coletivo tem a ver com o conhecimento sistematizado pelas outras pessoas. Saber que você precisa escutar e aprender com o outro é fundamental para romper com uma lógica de educação tradicional”, contou Maria Margarida.
Outra questão fundamental na obra de Paulo Freire é que se aprende para transformar a realidade. “Nesse aspecto, é fundamental a consciência crítica e de sujeito histórico. Nesta perspectiva, nós estamos anos luz distantes, em toda nossa formação na educação brasileira, seja da educação infantil até a superior, do princípio de empoderar o sujeito para que ele possa se perceber como sujeito transformador da realidade”, afirmou a docente da UFG.
Quem foi Paulo Freire?
Paulo Freire nasceu em 1921, em Recife (PE). Com o agravamento da crise econômica mundial iniciada em 1929 e a morte de seu pai, quando tinha 13 anos, passou a enfrentar dificuldades econômicas. Formou-se em direito, mas não seguiu carreira, encaminhando a vida profissional para o magistério. Em 1963, em Angicos (RN), coordenou um programa que alfabetizou 300 pessoas, cortadores de cana, em 45 dias. No ano seguinte, foi surpreendido em Brasília (DF), onde coordenava o Plano Nacional de Alfabetização do presidente João Goulart. Freire passou 70 dias na prisão antes partir para o exílio.
Em 1968, no Chile, escreveu seu livro mais conhecido, “Pedagogia do Oprimido”. Também deu aulas nos Estados Unidos e na Suíça e organizou planos de alfabetização em países africanos. Com a anistia, em 1979, voltou ao Brasil, integrando-se à vida universitária. Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (SP), na prefeitura de Luiza Erundina. Foi nomeado doutor Honoris Causa de 28 universidades em vários países e teve obras traduzidas em mais de 20 idiomas. Morreu em 1997, de infarto. Em 2012, foi sancionada a Lei 12.612, que declarou o educador Paulo Freire o Patrono da Educação Brasileira.
Para estudar Paulo Freire
Maria Margarida Machado indicou três leituras para quem quer conhecer mais a teoria de Paulo Freire. O livro “Pedagogia do Oprimido”, para a docente, é a base da formação humanista de Freire, além de sua principal obra, e traz as principais referências que ele estudou e com quem aprendeu para pensar a obra. O livro “Pedagogia da Esperança” traz uma releitura do livro anterior, simplificando-a. Já o livro “Pedagogia da Autonomia”, último que o Paulo Freire escreveu, dialoga com professores sobre os aspectos da prática docente. “Essa trilogia é fundamental para ser lida e pensada no contexto em que foram escritas”, concluiu.
O legado de Paulo Freire
Em abril de 1990, Paulo concedeu uma entrevista para a primeira edição da Revista Universidade & Sociedade. Leia aqui.
E, em julho do ano passado, durante o 8º Conad Extraordinário, o ANDES-SN lançou a edição 66 da revista Universidade e Sociedade, com o tema "O Legado de Paulo Freire para a Educação". Com mais de 25 textos, entre artigos e resenhas, a revista traz diversas reflexões sobre as contribuições freirianas para a Educação, para a Universidade Pública e para a militância sindical, popular e partidária. Confira aqui.
FONTE: https://www.andes.org.br/conteudos/noticia/100-anos-de-paulo-freire-patrono-da-educacao-brasileira1
2ºB - A EJA NA SME - RJ (CONTINUAÇÃO)
Eixo Trabalho
Referencial Teórico/Conceito
O Trabalho, enquanto ação inerente ao ser humano, permite que o sujeito produza suas condições de existência em relações construídas com o Ambiente e a Cultura. É um importante eixo temático fomentador para a atuação docente na Educação de Jovens e Adultos, uma vez que pode contribuir para a emancipação do cidadão, além de ser um parâmetro legal referendado pela LDB e pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para EJA (Parecer CNE/CEB nº 11/2000).
O Trabalho também produz conceitos, símbolos, ideias e toda Cultura material e não material. Possui grande influência na organização de nossa sociedade, interferindo diretamente nas relações sociais. Abordar este eixo oportuniza ao trabalhador, ou ao filho dele, a construção de uma sociedade mais justa para todos. Nesta concepção crítica de currículo faz-se necessário conceber o trabalho como mediação entre o homem e o objeto do conhecimento a ser construído. Este eixo instiga os alunos a refl etir criticamente sobre a situação do trabalhador na sociedade atual.
(QUESTÕES RETIRADAS DO MATERIAL DA SME - RJ)
Problematização para a Participação Cidadã
1 Qual é a importância do trabalho na nossa vida? O que a educação tem a ver com o trabalho?
2 Como você vê o trabalho nos dias atuais? Como você enxerga o mercado de trabalho e as oportunidades de emprego?
3 Qual a diferença entre trabalho e emprego?
4 O mercado de trabalho atual contempla homens e mulheres com equidade?
5 Todos os tipos de trabalho são valorizados da mesma forma? Quais tipos de trabalho são mais valorizados e quais são menos valorizados?
6 Quais as relações entre trabalho e as tecnologias atuais?
7 Como você usufrui seu tempo de lazer, visto como tempo livre do trabalho?
8 Você reconhece a presença da Arte em trabalhos informais em sua comunidade?
9 Observando o movimento de artistas de rua em espaços não convencionais, você o qualifica como trabalho?
sábado, 27 de abril de 2024
2ºB - PROGRAMAÇÃO
OBJETO DO CONHECIMENTO
HISTÓRIA DA EJA E A VISÃO DE PAULO FREIRE
▪ A visão pedagógica de Paulo Freire;
▪ O Histórico do Analfabetismo no Brasil;
▪ Políticas Públicas para a Educação de Jovens e Adultos;
▪ Propostas de alfabetização da Educação de Jovens e Adultos;
▪ Desafios da universalização da Educação de Jovens e Adultos
HABILIDADES
Analisar a visão pedagógica do ponto de vista de Paulo Freire;
▪ Compreender o histórico do analfabetismo no Brasil;
▪ Analisar as propostas de educação para a Educação de Jovens e Adultos;
▪ Analisar as propostas de alfabetização da Educação de Jovens e Adultos;
▪ Analisar os desafios da universalização da Educação de Jovens e Adultos;
▪ Mediar a prática pedagógica na sala de aula para consolidar os conceitos teóricos por meio da experimentação
terça-feira, 26 de março de 2024
1ºB - A EJA NA SME - RJ
EIXO MEIO AMBIENTE
Referencial Teórico/Conceito
Consideramos o meio ambiente como um conjunto de elementos físicos, químicos, biológicos e sociais, que podem causar efeitos diretos ou indiretos sobre os seres vivos e as atividades humanas. O meio ambiente é o conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural, sobre o qual incidem processos históricos/ temporais. Compreendendo os desafios sociais enquanto agentes geradores de questões socioambientais, é imperativo promover a reflexão crítica, que implica a ação e a reflexão dos sujeitos sobre si mesmos e sobre o mundo, com o objetivo de transformá-lo. Desse modo, um dos objetivos da questão educacional seria enfrentar os paradigmas sociais, ambientais, políticos e econômicos que estão interligados. Para isso é necessário pensar uma forma de educação que reúna condições de confrontar esse conjunto de paradigmas. A intervenção educacional pode ser planejada e desenvolvida como uma prática participativa e problematizadora, que se estabelece no cotidiano. Para tanto, deve-se levantar temas geradores que representem questões significativas para a comunidade escolar, tendo como ponto de partida a realidade local e esta, contextualizada com a realidade global. Problematização para a Participação Cidadã (Sugestões)
1 Qual é a diferença entre ambiente e natureza? Existe diferença? Quando você pensa na palavra ambiente que imagem lhe vem à cabeça? Para você o homem é o centro do ambiente?
2 Como o ambiente influencia o seu dia a dia? O ambiente influencia na sua aprendizagem?
3 Como é o ambiente que você mora? O que tem e o que falta? O que você faz por ele?
4 Você conhece as mudanças no ambiente natural no bairro em que mora?
5 O que é um ambiente limpo? O que é feito com o lixo descartado? Como minimizar o efeito do descarte no ambiente?
6 O que você entende por lixo? Quanto de lixo você produz?
7 O quão consumista você é?
8 Quantas vezes por semana você usa plásticos descartáveis de uso único?
9 Para onde vai seu lixo eletrônico?
10 De que maneira o lixo pode ser transformado em Arte. Diminuindo os impactos ambientais?
11 De que forma a Arte urbana modifica o ambiente em que vivemos?
12 De que maneira a relação ambiente e ser humano apresenta possibilidades de práticas corporais visando o bem estar geral?
1ºB - A EJA NA SME - RJ
Eixos Temáticos
Eixo Cultura
O presente eixo orienta um trabalho de formação para ampliar a participação cidadã dos sujeitos que estudam na EJA. O eixo Cultura possui em seu campo de estudos e de trabalho as diferenças culturais étnicas, de gênero, de orientação sexual/ afetiva, religiosas, entre outras.
O presente eixo, sem reivindicar um campo próprio de temáticas, se propõe a transversalizar suas temáticas afins aos demais eixos, conceitos, conteúdos, conhecimentos, como uma opção política-pedagógica de desconstruir a fragmentação desses conhecimentos e promover uma relação dialógica entre as já instituídas disciplinas escolares. Nesse sentido, compreendemos que a perspectiva dos estudos das relações interculturais podem oferecer significativas contribuições ao currículo do PEJA, com relação ao presente eixo, por trabalhar, para além do reconhecimento das diferentes culturas, com o diálogo entre elas. Também, por entender as diferenças culturais como enriquecimento do processo pedagógico por meio do atravessamento de experiências que revelam diversas formas de pensar e conceber o mundo em que vivemos e suas questões.
É de extrema relevância que o trabalho pedagógico fundamentado por essa perspectiva contribua para superarmos a falta de sensibilidade à heterogeneidade. Para isso, importa o reconhecer como legítimas as diferenças e o direito à diferença, bem como reconhecer que a igualdade não reside na homogeneização, mas na produção de oportunidades considerando as diferenças entre os sujeitos. Isso significa educar negociando sentidos produzidos socialmente (inclusive epistemologicamente), avaliar na diferença, construir na e a partir da escola políticas de equidade e identidade. O presente eixo propõe também que provoquemos uma ruptura nas abordagens estanques, datadas, pontuais sobre as questões do seu campo de estudos e trabalho, assumindo que precisamos investir na compreensão dos processos histórico-sociais-políticos constitutivos dos diferentes grupos sociais, dos processos que levaram à desigualdade e dos processos de lutas pelo direito à diferença e às políticas de equidade.
Problematização para a Participação Cidadã (Sugestões)
1 O que você entende por cultura? Todo cidadão tem acesso à cultura?
2 Como a cultura se manifesta? Estamos inseridos em uma cultura?
3 Existem pessoas sem cultura?
4 Que produções culturais você observa em sua comunidade?
5 Você conhece quais patrimônios culturais existem no bairro onde você mora?
6 Entendendo que toda produção artística reflete a nossa cultura, você percebe uma valorização e/ou um preconceito em relação as diferentes manifestações culturais?
7 O que entendemos por preconceito?
8 Como lidar com conflitos relacionados à religião, gênero e idade na sala de aula? Atualmente há uma imposição ou conscientização de valores propagados pela mídia?
9 O que compreendemos por intolerância e aceitação? O que nos impede de aceitar o outro? O que nos leva à intolerância com o diferente de nós?
10 Como a diversidade cultural pode contribuir para a formação de uma identidade escolar?
11 Qual a importância de promover discussões sobre diversidade cultural?
12 Como a sua escola trabalha a diversidade?
FONTE: https://multirio.rio.rj.gov.br/apprioeducaemcasa/materialeja/01_Pub_OrientacoesCurricularesPEJA_Revisada.pdf
1ºB - A EJA NA SME - RJ
A EJA NA SME - RJ
Etapa I - PEJA I É o trabalho referente aos anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano). Está organizado em dois blocos de aprendizagem com duração média de 01 ano em cada bloco.
As turmas da EJA apresentam uma gama de diversidades: etárias, étnicas, socioculturais, de orientação sexual, de gênero, de experiência de trabalho, dentre outras, e contam, cada vez mais, com alunos contemplados por políticas de inclusão.
Trabalhar com a diversidade é fator decisivo para efetivamente construirmos uma educação que transforma. Ao participar na sociedade em que vivem, assumem o compromisso de compartilhar o conhecimento construído, visando à melhoria das condições sociais para todos. Assim, é fundamental legitimar as experiências de vida dos educandos, contribuindo para que eles busquem, a partir de sua formação permanente, novas formas de ler e interagir com o mundo.
Dessa forma, essas experiências são constantemente valorizadas e constituem o ponto de partida para a construção de conhecimento. Neste sentido, a sala de aula se torna um espaço privilegiado de elaboração e de ampliação dos saberes construídos sócio, histórico e culturalmente, o que evidencia processos de ensino e de aprendizagem fundamentados nas interações de diferentes grupos sociais.
O currículo necessário à EJA, no atual mundo globalizado, deve abranger temas que possibilitem aos educandos compreenderem os significados dos contextos pelos quais perpassam. A aprendizagem, entendida dessa forma, estimula o estudo das diferenças e das vivências de mundo, oportunizando o crescimento pessoal, profissional e cultural dos sujeitos em questão.
Componentes curriculares
L. Portuguesa
Matemática
Ciências
História
Geografia
Educação Física
Artes
L. Inglesa
PEJA I Bloco 1
Objetivo Geral Identificar as diferentes linguagens como bens relevantes para conquista de uma cidadania plena, a fim de assumir-se como sujeito de sua aprendizagem
Parte da grade do PEJA I Bloco I:
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Componentes Curriculares |
Eixos temáticos |
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Av1 |
Av2 |
Av3
Ambiente Cultura Trabalho |
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L. Portuguesa |
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Desenvolver a oralidade a partir de situações significativas de
comunicação verbal e não-verbal. |
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Matemática |
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|
|
Compreender a função social do número. Compreender o conjunto de
regras e símbolos que caracterizam o sistema de numeração decimal. |
||
|
Ciências |
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|
Perceber-se enquanto parte
integrante do ambiente, afetando e sendo afetado por ele. |
||
|
História e Geografia |
|
|
|
Reconhecer-se como sujeito de sua história e como participante dos
diferentes grupos sociais que constroem a história da sociedade. |
||
|
E. Física |
|
|
|
Desenvolver a integração e a inserção de todos os alunos nas práticas
corporais adotando atitudes de respeito mútuo, dignidade e solidariedade. Conhecer,
valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade de manifestações da cultura
corporal. |
||
|
|
|
|
|
|
|
|
|
L. Portuguesa |
|
|
|
Valorizar a leitura como forma de conhecimento e utilizá-la em seu
cotidiano. |
||
|
Matemática |
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|
|
• Reconhecer os significados e aplicar as ideias aditivas e
subtrativas. • Reconhecer e compreender a multiplicação como a adição de
parcelas iguais e à sua ideia combinatória. • Construir o conceito de medir
como comparação de grandezas de mesma natureza. |
||
|
Ciências |
|
|
|
• Despertar o interesse para
pensar cientificamente o mundo por meio de pesquisas, observações, debates e
elaboração de hipóteses. |
||
|
História e Geografia |
|
|
|
Estabelecer relação entre o espaço real e suas várias formas de
representação. • Refletir sobre a cidadania como processo de participação do
indivíduo na sociedade em que vive |
||
|
E. Física |
|
|
|
• Promover as atividades esportivas analisando criticamente o papel
do esporte na sociedade contemporânea. • Reconhecer-se como elemento
integrante do ambiente, adotando hábitos saudáveis relacionando-os com os
efeitos sobre a própria saúde e melhoria da saúde coletiva. |
||
FONTE: https://multirio.rio.rj.gov.br/apprioeducaemcasa/materialeja/01_Pub_OrientacoesCurricularesPEJA_Revisada.pdf
3ºB - ATIVIDADE 2
DINÂMICAS PARA PROFESSORES Dinâmica 1 – Papel amassado Objetivo Fazer com que os professores reflitam sobre como cada pequena atitude do di...
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